"Europeus e russos voltaram ontem a trocar acusações de desrespeito pelos direitos humanos, na viagem a Moscovo de uma imponente delegação liderada por Durão Barroso.
Embora prevista há muito, esta deslocação, que envolveu nove comissários europeus, tinha grande importância no contexto de arrefecimento das relações euro-russas provocado pelas guerras da Geórgia, em Agosto, e do gás, no início de Janeiro.
No final do encontro com Vladimir Putin, primeiro-ministro russo, Barroso frisou que "na opinião pública [europeia] há preocupação face aos acontecimentos na Rússia, como os assassinatos de jornalistas e de defensores dos direitos humanos".
Fiel ao seu hábito, Putin contra-atacou: "Não estamos satisfeitos com a forma como o problema das minorias russas é tratado nos países bálticos" membros da UE. Além disso, "sabemos que há violações dos direitos dos imigrantes nos países da Europa", frisou, rematando: "Aceite que eu lhe responda à letra em nome da Federação da Rússia."
Putin pediu por outro lado que os observadores europeus que vigiam os gasodutos de trânsito do gás entre a Rússia e a Ucrânia permaneçam "pelo menos" até ao fim de Março." (Público, 07.02.2009)
Se as causas da criação de uma comunidade europeia foram no príncipio questões económicas, é louvável a crescente preocupação sobre os direitos humanos, na evolução da União Europeia. Sendo a Rússia um país de grande importância a nível mundial, a União Europeia tem um papel importante na promoção dos direitos humanos, dada a relação de independência entre esta e a Rússia e vice-versa, quanto mais não seja devido às questões energéticas.
Outro passo precisa, no entanto, de ser dado. Uma maior aproximação à China, onde ainda muito há a fazer no âmbito dos direitos humanos.
Embora prevista há muito, esta deslocação, que envolveu nove comissários europeus, tinha grande importância no contexto de arrefecimento das relações euro-russas provocado pelas guerras da Geórgia, em Agosto, e do gás, no início de Janeiro.
No final do encontro com Vladimir Putin, primeiro-ministro russo, Barroso frisou que "na opinião pública [europeia] há preocupação face aos acontecimentos na Rússia, como os assassinatos de jornalistas e de defensores dos direitos humanos".
Fiel ao seu hábito, Putin contra-atacou: "Não estamos satisfeitos com a forma como o problema das minorias russas é tratado nos países bálticos" membros da UE. Além disso, "sabemos que há violações dos direitos dos imigrantes nos países da Europa", frisou, rematando: "Aceite que eu lhe responda à letra em nome da Federação da Rússia."
Putin pediu por outro lado que os observadores europeus que vigiam os gasodutos de trânsito do gás entre a Rússia e a Ucrânia permaneçam "pelo menos" até ao fim de Março." (Público, 07.02.2009)
Se as causas da criação de uma comunidade europeia foram no príncipio questões económicas, é louvável a crescente preocupação sobre os direitos humanos, na evolução da União Europeia. Sendo a Rússia um país de grande importância a nível mundial, a União Europeia tem um papel importante na promoção dos direitos humanos, dada a relação de independência entre esta e a Rússia e vice-versa, quanto mais não seja devido às questões energéticas.
Outro passo precisa, no entanto, de ser dado. Uma maior aproximação à China, onde ainda muito há a fazer no âmbito dos direitos humanos.
Sem comentários:
Enviar um comentário