Ministros da Saúde da UE discutem resposta coordenada à "nova gripe"
Os ministros da Saúde da União Europeia realizam hoje, 30 de Abril de 2009, uma reunião extraordinária no Luxemburgo para coordenarem a resposta europeia de combate à gripe suína, que deverão "baptizar" oficialmente de "nova gripe".
Quando já há casos confirmados da gripe em três Estados-membros da UE - Espanha, Reino Unido e Alemanha -, os ministros da Saúde dos 27, entre os quais a ministra portuguesa Ana Jorge, deverão discutir protocolos comuns de actuação para o diagnóstico da doença e tratamento dos casos confirmados.
Em cima da mesa deverá também estar uma proposta avançada pela França com vista a que a União Europeia suspenda os voos para o México, para a prevenir a propagação da doença.
A União Europeia deverá também mudar o nome da doença para "nova gripe", uma ideia já defendida pela Comissão Europeia com o argumento de que a doença não é transmitida através do consumo de carne de porco e que o título de "gripe suína" pode provocar prejuízos para os produtores de suínos.
A reunião de hoje, sugerida pela Comissão Europeia à presidência checa do Conselho no início da semana, tem início previsto para as 14:30 locais (13:30 de Lisboa).
Fonte: TSF online
30 de abril de 2009
29 de abril de 2009
Candidatura
Albânia formaliza candidatura à União Europeia
A Albânia formalizou esta terça-feira, 28 de Abril de 2009, em Praga, a candidatura oficial à União Europeia.
"Um enorme trabalho espera a Albânia", declarou o primeiro-ministro checo, Mirek Topolanek, cujo país assegura a presidência semestral da UE, após ter recebido os documentos oficiais do homólogo albanês, Sali Berisha, numa cerimónia que decorreu nos jardins do Palácio do Governo, na capital checa.
"É um momento histórico", afirmou o chefe do Governo albanês, salientando que o dia de hoje "marca o regresso do (seu) país à família das nações europeias".
Sali Berisha acrescentou ainda que a Albânia encara o momento com "uma enorme responsabilidade".
A entrega da candidatura é o primeiro passo para a obtenção do estatuto de candidato, um processo longo que exige o acordo dos actuais 27 Estados-membros da UE.
Vários parceiros europeus têm manifestado uma forte oposição ao processo de candidatura de países dos Balcãs ocidentais, defendendo que a prioridade deve passar pela resolução dos problemas institucionais da UE com a ratificação do Tratado de Lisboa.
A Albânia, com uma população total de três milhões de pessoas, é membro da NATO desde 01 de Abril.
Fonte: Jornal de Notícias
A Albânia formalizou esta terça-feira, 28 de Abril de 2009, em Praga, a candidatura oficial à União Europeia.
"Um enorme trabalho espera a Albânia", declarou o primeiro-ministro checo, Mirek Topolanek, cujo país assegura a presidência semestral da UE, após ter recebido os documentos oficiais do homólogo albanês, Sali Berisha, numa cerimónia que decorreu nos jardins do Palácio do Governo, na capital checa.
"É um momento histórico", afirmou o chefe do Governo albanês, salientando que o dia de hoje "marca o regresso do (seu) país à família das nações europeias".
Sali Berisha acrescentou ainda que a Albânia encara o momento com "uma enorme responsabilidade".
A entrega da candidatura é o primeiro passo para a obtenção do estatuto de candidato, um processo longo que exige o acordo dos actuais 27 Estados-membros da UE.
Vários parceiros europeus têm manifestado uma forte oposição ao processo de candidatura de países dos Balcãs ocidentais, defendendo que a prioridade deve passar pela resolução dos problemas institucionais da UE com a ratificação do Tratado de Lisboa.
A Albânia, com uma população total de três milhões de pessoas, é membro da NATO desde 01 de Abril.
Fonte: Jornal de Notícias
24 de abril de 2009
Crise Financeira
Bruxelas aperta o cerco aos bónus dos banqueiros
A Comissão Europeia está a preparar legislação destinada a limitar o valor dos bónus pagos pelos bancos em toda a União Europeia, de modo a travar os excessos cometidos no sector.
Tanto os bónus pagos aos banqueiros como as indeminizações milionárias pagas aos administradores que são demitidos das suas funções serão limitados em todos os países da União Europeia, revela um projecto que está a circular em Bruxelas e que foi obtido pelo “Financial Times”.
Segundo as recomendações do Executivo europeu, liderado por Durão Barroso, os países da União Europeia deverão criar regras remuneratórias comuns para os bancos que operam dentro das fronteiras europeias e às suas subsidiárias no estrangeiro, e que serão mais duras do que existentes actualmente.
O jornal acrescenta que as regras irão limitar as remunerações de todo o pessoal das instituições afectadas cujas actividades possam afectar o perfil de risco do banco.
Entre os limites desejados pela Comissão Europeia está o do pagamento de indemnizações por terminação de contrato dos administradores, que não poderão ser superiores a dois anos do seu ordenado fixo. Os directores dos bancos também não poderão vender as suas ‘stock options’ durante três anos, adianta o “Financial Times”.
As instituições financeiras também poderão reter no todo ou em parte os bónus dos executivos, no caso do seu desempenho não cumprir com determinados critérios, devendo “a maior parte dos bónus ser negada”, diz o documento.
Esta será a resposta da União Europeia aos pedidos cada vez maiores de restrição das remunerações praticadas nos bancos, no seguimento da crise financeira
Fonte: Diário Económico
A Comissão Europeia está a preparar legislação destinada a limitar o valor dos bónus pagos pelos bancos em toda a União Europeia, de modo a travar os excessos cometidos no sector.
Tanto os bónus pagos aos banqueiros como as indeminizações milionárias pagas aos administradores que são demitidos das suas funções serão limitados em todos os países da União Europeia, revela um projecto que está a circular em Bruxelas e que foi obtido pelo “Financial Times”.
Segundo as recomendações do Executivo europeu, liderado por Durão Barroso, os países da União Europeia deverão criar regras remuneratórias comuns para os bancos que operam dentro das fronteiras europeias e às suas subsidiárias no estrangeiro, e que serão mais duras do que existentes actualmente.
O jornal acrescenta que as regras irão limitar as remunerações de todo o pessoal das instituições afectadas cujas actividades possam afectar o perfil de risco do banco.
Entre os limites desejados pela Comissão Europeia está o do pagamento de indemnizações por terminação de contrato dos administradores, que não poderão ser superiores a dois anos do seu ordenado fixo. Os directores dos bancos também não poderão vender as suas ‘stock options’ durante três anos, adianta o “Financial Times”.
As instituições financeiras também poderão reter no todo ou em parte os bónus dos executivos, no caso do seu desempenho não cumprir com determinados critérios, devendo “a maior parte dos bónus ser negada”, diz o documento.
Esta será a resposta da União Europeia aos pedidos cada vez maiores de restrição das remunerações praticadas nos bancos, no seguimento da crise financeira
Fonte: Diário Económico
23 de abril de 2009
Classificação dos eurodeputados
Foi publicado no site http://www.parlorama.eu/ a lista dos 910 eurodeputados que passaram pelo hemiciclo europeu na presente legislatura, a cada um foi atribuída uma nota baseada em 7 dados: o número de sessões plenárias a que assistiu, o número de resoluções redigidas pelo deputado, a quantidade de questões orais e escritas que colocou à Comissão, o tempo de fala pedido, etc.
Este estudo não é científico, e não é de todo suficiente para classificar a actuação de um deputado, no entanto é um indicador sério do nível de actividade dos deputados, isto segundo o próprio autor do estudo.
É preciso no entanto ter em conta que o estudo não toma em conta a saída de deputados, como aconteceu com António Costa. Há o caso flagrante do deputado belga Antoine Duquesne (897º no ranking), que após um AVC, não foi sequer substituído por ser obrigatória a assinatura do deputado em caso de saída do parlamento, tarefa que a sua situação clínica impede!
Dos deputados portugueses, Paulo Casaca (PS) foi o que obteve a melhor classificação (10/10), sendo o 3º melhor parlamentar, segue-se em 7º lugar Ilda Figueiredo (PCP) também com 10/10, e Ana Gomes (PS) na 18ª posição, ainda com 10/10.
Está disponível no site a classificação de todos os deputados, por país ou por partido.
Este estudo não é científico, e não é de todo suficiente para classificar a actuação de um deputado, no entanto é um indicador sério do nível de actividade dos deputados, isto segundo o próprio autor do estudo.
É preciso no entanto ter em conta que o estudo não toma em conta a saída de deputados, como aconteceu com António Costa. Há o caso flagrante do deputado belga Antoine Duquesne (897º no ranking), que após um AVC, não foi sequer substituído por ser obrigatória a assinatura do deputado em caso de saída do parlamento, tarefa que a sua situação clínica impede!
Dos deputados portugueses, Paulo Casaca (PS) foi o que obteve a melhor classificação (10/10), sendo o 3º melhor parlamentar, segue-se em 7º lugar Ilda Figueiredo (PCP) também com 10/10, e Ana Gomes (PS) na 18ª posição, ainda com 10/10.
Está disponível no site a classificação de todos os deputados, por país ou por partido.
Site de Durão Barroso
O presidente da Comissão Europeia prepara a sua recandidatura, lançando um site onde os cidadãos dos 27 Estados-membros podem dar a sua opinião sobre o funcionamento da UE. A pergunta que José Manuel Durão Barroso faz aos visitantes do site é "O que pode fazer a União Europeia para melhorar a sua vida?".
O site está disponível nas seis línguas mais faladas na União: alemão, francês, inglês, italiano, espanhol e polaco. A ausência da língua materna de Durão Barroso já foi criticada em Portugal.
O site é o seguinte:
www.tellbarroso.eu
O site está disponível nas seis línguas mais faladas na União: alemão, francês, inglês, italiano, espanhol e polaco. A ausência da língua materna de Durão Barroso já foi criticada em Portugal.
O site é o seguinte:
www.tellbarroso.eu
4 de abril de 2009
Resultados do G-20
Acordo concensual entre as 20 principais economias mundias
Os principais pontos acordados na cimeira do G20 e cujas medidas se destacam são:
Reforço da regulação dos mercados financeiros: Todas as instituições financeiras "sistemicamente importantes", instrumentos e mercados financeiros terão de ser sujeitos a regulação, incluindo fundos fechados de alto risco (hedge funds).
Controlo de salários e prémios: O G20 acordou sobre novos princípios sobre salários e prémios remuneratórios de altos quadros, para prevenir pacotes remuneratórios que encorajem o risco excessivo e depois recompensam o fracasso, uma das causas da actual crise.
Paraísos Fiscais: Praças em regime offshore que funcionam como paraísos fiscais e que não cooperam em matéria de partilha de informação financeira serão incluídas numa "lista negra", a publicar pela OCDE, e poderão ser alvo de sanções se não aceitarem reger-se pelas normas internacionais. O controlo dos paraísos fiscais tem o apoio da generalidade dos países, que a crise está a obrigar a défices orçamentais crescentes e que querem evitar a todo o custo perda de receitas fiscais.
Agências de Notação (Rating) Financeira: Muito criticadas por atribuírem notações elevadas a activos que acabaram por se revelar "tóxicos", as agências de "rating" passarão a ter de se reger por um código internacional de boas práticas destinado a evitar conflitos de interesse. Os criticos das agências lembram que as empresas que lançam produtos financeiros pagam pela atribuição de uma notação pelas agências.
Reservas bancárias: O G20 decidiu que os bancos terão de reforçar as provisões de capital como "amortecedor" de crises financeiras. Este reforço só deverá acontecer após a recuperação da actual crise.
FMI e Banco Mundial: As duas instituições financeiras receberam do G20 um reforço de um bilião de dólares. No caso do Fundo Monetário Internacional, que empresta dinheiro a governos em dificuldades, uma dotação adicional de 500 mil milhões de dólares representa uma triplicação da sua capacidade de apoio financeiro.
Comércio: Os líderes do G20 concordaram na rejeição de medidas proteccionistas e aprovaram um pacote de 250 mil milhões de dólares para apoio à dinamização das trocas comerciais mundiais
Fonte: Jornal de Notícias
Os principais pontos acordados na cimeira do G20 e cujas medidas se destacam são:
Reforço da regulação dos mercados financeiros: Todas as instituições financeiras "sistemicamente importantes", instrumentos e mercados financeiros terão de ser sujeitos a regulação, incluindo fundos fechados de alto risco (hedge funds).
Controlo de salários e prémios: O G20 acordou sobre novos princípios sobre salários e prémios remuneratórios de altos quadros, para prevenir pacotes remuneratórios que encorajem o risco excessivo e depois recompensam o fracasso, uma das causas da actual crise.
Paraísos Fiscais: Praças em regime offshore que funcionam como paraísos fiscais e que não cooperam em matéria de partilha de informação financeira serão incluídas numa "lista negra", a publicar pela OCDE, e poderão ser alvo de sanções se não aceitarem reger-se pelas normas internacionais. O controlo dos paraísos fiscais tem o apoio da generalidade dos países, que a crise está a obrigar a défices orçamentais crescentes e que querem evitar a todo o custo perda de receitas fiscais.
Agências de Notação (Rating) Financeira: Muito criticadas por atribuírem notações elevadas a activos que acabaram por se revelar "tóxicos", as agências de "rating" passarão a ter de se reger por um código internacional de boas práticas destinado a evitar conflitos de interesse. Os criticos das agências lembram que as empresas que lançam produtos financeiros pagam pela atribuição de uma notação pelas agências.
Reservas bancárias: O G20 decidiu que os bancos terão de reforçar as provisões de capital como "amortecedor" de crises financeiras. Este reforço só deverá acontecer após a recuperação da actual crise.
FMI e Banco Mundial: As duas instituições financeiras receberam do G20 um reforço de um bilião de dólares. No caso do Fundo Monetário Internacional, que empresta dinheiro a governos em dificuldades, uma dotação adicional de 500 mil milhões de dólares representa uma triplicação da sua capacidade de apoio financeiro.
Comércio: Os líderes do G20 concordaram na rejeição de medidas proteccionistas e aprovaram um pacote de 250 mil milhões de dólares para apoio à dinamização das trocas comerciais mundiais
Fonte: Jornal de Notícias
1 de abril de 2009
Cimeira G-20
Última tentativa para encontrar consenso na solução da crise mundial
Os líderes mundiais do G20 reúnem em Londres na quinta-feira para discutir formas de enfrentar a actual crise financeira mas o facto de não terem conseguido chegar a um acordo significativo assim como os protestos agendados para o mesmo dia, ameaçam destabilizar o encontro.
A Cimeira do G20 em Londres representa a última tentativa para lidar com o desentendimento que tem mantido os burocratas a trabalhar arduamente desde o encontro dos líderes do G20 em Washington em Novembro passado, e tem o estímulo da economia e uma maior regulação dos mercados no topo da agenda.
Recentes apelos da administração norte-americana no sentido de um plano de estímulo da economia coordenado globalmente chocaram com uma recepção pouco calorosa por parte das capitais europeias onde os políticos estão apreensivos com os impactos negativos no mercado dos défices orçamentais. Na passada quarta-feira, o primeiro-ministro checo Mirek Topolanek, presidente em exercício da União Europeia e que foi obrigado a demitir-se da presidência do seu país, definiu o plano norte-americano como «o caminho para o inferno».
O debate europeu sobre a reforma do sistema financeiro tem sido baseado num relatório elaborado por um grupo de peritos financeiros liderado pelo ex-governador do Banco de França, Jacques de Larosiere. O relatório defende a criação de um novo organismo de supervisão financeira mas ainda não se sabe como se vai conciliar esta sugestão com a que os Estados Unidos, um pouco semelhante, planearam.
O apoio do Brasil, a rejeição do proteccionismo e a sugestão da China, apresentada a semana passada, para que o dólar seja substituído por unidade do Fundo Monetário Internacional, sãoa lguns dos tópicos na agenda para a Cimeira. A dificuldade em chegar a um consenso é certa e será alimentada pelas manifestações que se esperam neste dia. Grupos anti-capitalistas e ambientalistas, que começaram ontem a manifestar-se, agendaram protestos na capital do Reino Unido, prevendo-se uma enchente de manifestantes para quinta-feira
Fonte: Jornal Digital
Os líderes mundiais do G20 reúnem em Londres na quinta-feira para discutir formas de enfrentar a actual crise financeira mas o facto de não terem conseguido chegar a um acordo significativo assim como os protestos agendados para o mesmo dia, ameaçam destabilizar o encontro.
A Cimeira do G20 em Londres representa a última tentativa para lidar com o desentendimento que tem mantido os burocratas a trabalhar arduamente desde o encontro dos líderes do G20 em Washington em Novembro passado, e tem o estímulo da economia e uma maior regulação dos mercados no topo da agenda.
Recentes apelos da administração norte-americana no sentido de um plano de estímulo da economia coordenado globalmente chocaram com uma recepção pouco calorosa por parte das capitais europeias onde os políticos estão apreensivos com os impactos negativos no mercado dos défices orçamentais. Na passada quarta-feira, o primeiro-ministro checo Mirek Topolanek, presidente em exercício da União Europeia e que foi obrigado a demitir-se da presidência do seu país, definiu o plano norte-americano como «o caminho para o inferno».
O debate europeu sobre a reforma do sistema financeiro tem sido baseado num relatório elaborado por um grupo de peritos financeiros liderado pelo ex-governador do Banco de França, Jacques de Larosiere. O relatório defende a criação de um novo organismo de supervisão financeira mas ainda não se sabe como se vai conciliar esta sugestão com a que os Estados Unidos, um pouco semelhante, planearam.
O apoio do Brasil, a rejeição do proteccionismo e a sugestão da China, apresentada a semana passada, para que o dólar seja substituído por unidade do Fundo Monetário Internacional, sãoa lguns dos tópicos na agenda para a Cimeira. A dificuldade em chegar a um consenso é certa e será alimentada pelas manifestações que se esperam neste dia. Grupos anti-capitalistas e ambientalistas, que começaram ontem a manifestar-se, agendaram protestos na capital do Reino Unido, prevendo-se uma enchente de manifestantes para quinta-feira
Fonte: Jornal Digital
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