U.E. cria agência para grandes sistemas de informação
A Comissão Europeia anunciou hoje, 24 de junho, a criação de uma agência para gerir os grandes sistemas de informação do Espaço Europeu, como o sistema de informação Schengen, EURODAC e Visa (VIS). A recomendação para a criação desta entidade já tinha sido feita pelo Conselho e Parlamento Europeu, que queriam ver reunida numa única agência estas competências.
A agência deverá estar a funcionar em 2012, assumindo forma de agência regulatória e organismo europeu independente. Com a sua criação serão exploradas economias de escala no controle da gestão dos três grandes sistemas de informação relacionados com os sistemas de entrada de pessoas na UE.
Uma estrutura única vai simplificar a gestão operacional destes sistemas e torná-los mais eficientes e seguros, defendeu o comissário para a Justiça, Liberdade e Segurança. "O crescimento gradual da experiência vai permitir à agência tornar-se um centro de excelência para o desenvolvimento e gestão operacional de futuros sistemas de TI de larga escala", refere o mesmo comissário.
O pacote agora apresentado inclui regulamentação para a criação da agência e a própria decisão, assim como uma comunicação para revisão horizontal da legislação nesta área.
Fonte: Jornal Negócios
24 de junho de 2009
18 de junho de 2009
Cimeira da União Europeia
Líderes europeus iniciam hoje discussão sobre recondução de Durão Barroso
Os chefes de Estado e de Governo da União Europeia (UE) iniciam hoje em Bruxelas, uma cimeira de dois dias que será dominada pelo processo de recondução de Durão Barroso como presidente da Comissão Europeia
O Conselho Europeu que assinala o fim da presidência checa da UE - a Suécia assumirá a liderança rotativa do bloco europeu a partir de 1 de Julho - discutirá outros temas institucionais, designadamente as garantais legais a apresentar à Irlanda com vista à realização de um novo referendo ao Tratado de Lisboa, e ainda a resposta europeia à crise financeira e o combate às alterações climáticas, entre outras questões.
As maiores expectativas estão no entanto centradas no processo de designação do futuro presidente da Comissão Europeia, para 2009-2010, com os líderes dos 27 a iniciarem, hoje ao jantar, a discussão sobre a recondução de José Manuel Durão Barroso, que na semana passada assumiu a candidatura a um segundo mandado.
O nome do antigo primeiro-ministro português parece consensual entre os líderes europeus, que no entanto continuam divididos sobre o calendário da sua eleição definitiva, e a dúvida é se Durão Barroso será já oficialmente designado, ou receberá apenas o apoio político do Conselho.
Os líderes europeus terão de decidir se Durão Barroso deve ser confirmado já em Julho pelo Parlamento Europeu - tendo para tal de avançar com uma designação vinculativa, o cenário preferido do próprio Durão Barroso, do Partido Popular Europeu (vencedor das eleições europeias) e de Estados-membros como Portugal -, ou se o processo deve esperar por Outubro, quando a Irlanda ratificar o Tratado de Lisboa.
Portugal, pela voz do ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, já reafirmou esta semana - segunda-feira, no Luxemburgo -, que se vai «bater» de modo «que uma solução definitiva seja encontrada já» nesta Cimeira, mas alguns países parecem preferir esperar pelo novo Tratado e evitar que, num colégio de comissários mais reduzido - tal como previsto no Tratado de Lisboa -, Portugal garanta desde já um posto.
Relativamente ao processo de ratificação do Tratado de Lisboa, os líderes europeus deverão concluir hoje o documento reclamado por Dublin com as «garantias» sobre a manutenção da autonomia política interna em vários domínios identificados como tendo estado na base da rejeição do documento na primeira consulta popular.
Os chefes de Estado e de Governo da UE irão também tentar chegar a acordo sobre as grandes linhas da futura arquitectura financeira europeia para evitar novas crises no sector e as suas consequências na economia, mas um pequeno grupo de Estados-membros liderados pelo Reino Unido não aceita um aumento da regulação ou o reforço da supervisão financeira ao nível europeu.
Os líderes europeus irão ainda passar em revista a posição que os 27 irão defender na Conferência de Copenhaga em Dezembro, onde se pretende que a comunidade internacional chegue a acordo sobre os passos seguintes a dar depois do Protocolo de Quioto.
A cimeira de chefes de Estado e de Governo, na qual Portugal será representado pelo primeiro-ministro José Sócrates, tem início às 17h locais (16h de Lisboa), sendo antecedida pelas tradicionais mini-cimeiras das duas grandes famílias políticas do Parlamento Europeu, do PPE - que contará com a participação da presidente do PSD, Manuel Ferreira Leite -, e do Partido dos Socialistas Europeus.
Fonte: Lusa / SOL
Os chefes de Estado e de Governo da União Europeia (UE) iniciam hoje em Bruxelas, uma cimeira de dois dias que será dominada pelo processo de recondução de Durão Barroso como presidente da Comissão Europeia
O Conselho Europeu que assinala o fim da presidência checa da UE - a Suécia assumirá a liderança rotativa do bloco europeu a partir de 1 de Julho - discutirá outros temas institucionais, designadamente as garantais legais a apresentar à Irlanda com vista à realização de um novo referendo ao Tratado de Lisboa, e ainda a resposta europeia à crise financeira e o combate às alterações climáticas, entre outras questões.
As maiores expectativas estão no entanto centradas no processo de designação do futuro presidente da Comissão Europeia, para 2009-2010, com os líderes dos 27 a iniciarem, hoje ao jantar, a discussão sobre a recondução de José Manuel Durão Barroso, que na semana passada assumiu a candidatura a um segundo mandado.
O nome do antigo primeiro-ministro português parece consensual entre os líderes europeus, que no entanto continuam divididos sobre o calendário da sua eleição definitiva, e a dúvida é se Durão Barroso será já oficialmente designado, ou receberá apenas o apoio político do Conselho.
Os líderes europeus terão de decidir se Durão Barroso deve ser confirmado já em Julho pelo Parlamento Europeu - tendo para tal de avançar com uma designação vinculativa, o cenário preferido do próprio Durão Barroso, do Partido Popular Europeu (vencedor das eleições europeias) e de Estados-membros como Portugal -, ou se o processo deve esperar por Outubro, quando a Irlanda ratificar o Tratado de Lisboa.
Portugal, pela voz do ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, já reafirmou esta semana - segunda-feira, no Luxemburgo -, que se vai «bater» de modo «que uma solução definitiva seja encontrada já» nesta Cimeira, mas alguns países parecem preferir esperar pelo novo Tratado e evitar que, num colégio de comissários mais reduzido - tal como previsto no Tratado de Lisboa -, Portugal garanta desde já um posto.
Relativamente ao processo de ratificação do Tratado de Lisboa, os líderes europeus deverão concluir hoje o documento reclamado por Dublin com as «garantias» sobre a manutenção da autonomia política interna em vários domínios identificados como tendo estado na base da rejeição do documento na primeira consulta popular.
Os chefes de Estado e de Governo da UE irão também tentar chegar a acordo sobre as grandes linhas da futura arquitectura financeira europeia para evitar novas crises no sector e as suas consequências na economia, mas um pequeno grupo de Estados-membros liderados pelo Reino Unido não aceita um aumento da regulação ou o reforço da supervisão financeira ao nível europeu.
Os líderes europeus irão ainda passar em revista a posição que os 27 irão defender na Conferência de Copenhaga em Dezembro, onde se pretende que a comunidade internacional chegue a acordo sobre os passos seguintes a dar depois do Protocolo de Quioto.
A cimeira de chefes de Estado e de Governo, na qual Portugal será representado pelo primeiro-ministro José Sócrates, tem início às 17h locais (16h de Lisboa), sendo antecedida pelas tradicionais mini-cimeiras das duas grandes famílias políticas do Parlamento Europeu, do PPE - que contará com a participação da presidente do PSD, Manuel Ferreira Leite -, e do Partido dos Socialistas Europeus.
Fonte: Lusa / SOL
Cimeira da União Europeia
Líderes europeus iniciam discussão sobre recondução de Durão Barroso
Os chefes de Estado e de Governo da União Europeia (UE) iniciam hoje, 18 de junho, em Bruxelas, uma cimeira de dois dias que será dominada pelo processo de recondução de Durão Barroso como presidente da Comissão Europeia
O Conselho Europeu que assinala o fim da presidência checa da UE - a Suécia assumirá a liderança rotativa do bloco europeu a partir de 1 de Julho - discutirá outros temas institucionais, designadamente as garantais legais a apresentar à Irlanda com vista à realização de um novo referendo ao Tratado de Lisboa, e ainda a resposta europeia à crise financeira e o combate às alterações climáticas, entre outras questões.
As maiores expectativas estão no entanto centradas no processo de designação do futuro presidente da Comissão Europeia, para 2009-2010, com os líderes dos 27 a iniciarem, hoje ao jantar, a discussão sobre a recondução de José Manuel Durão Barroso, que na semana passada assumiu a candidatura a um segundo mandado.
O nome do antigo primeiro-ministro português parece consensual entre os líderes europeus, que no entanto continuam divididos sobre o calendário da sua eleição definitiva, e a dúvida é se Durão Barroso será já oficialmente designado, ou receberá apenas o apoio político do Conselho.
Os líderes europeus terão de decidir se Durão Barroso deve ser confirmado já em Julho pelo Parlamento Europeu - tendo para tal de avançar com uma designação vinculativa, o cenário preferido do próprio Durão Barroso, do Partido Popular Europeu (vencedor das eleições europeias) e de Estados-membros como Portugal -, ou se o processo deve esperar por Outubro, quando a Irlanda ratificar o Tratado de Lisboa.
Portugal, pela voz do ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, já reafirmou esta semana - segunda-feira, no Luxemburgo -, que se vai «bater» de modo «que uma solução definitiva seja encontrada já» nesta Cimeira, mas alguns países parecem preferir esperar pelo novo Tratado e evitar que, num colégio de comissários mais reduzido - tal como previsto no Tratado de Lisboa -, Portugal garanta desde já um posto.
Relativamente ao processo de ratificação do Tratado de Lisboa, os líderes europeus deverão concluir hoje o documento reclamado por Dublin com as «garantias» sobre a manutenção da autonomia política interna em vários domínios identificados como tendo estado na base da rejeição do documento na primeira consulta popular.
Os chefes de Estado e de Governo da UE irão também tentar chegar a acordo sobre as grandes linhas da futura arquitectura financeira europeia para evitar novas crises no sector e as suas consequências na economia, mas um pequeno grupo de Estados-membros liderados pelo Reino Unido não aceita um aumento da regulação ou o reforço da supervisão financeira ao nível europeu.
Os líderes europeus irão ainda passar em revista a posição que os 27 irão defender na Conferência de Copenhaga em Dezembro, onde se pretende que a comunidade internacional chegue a acordo sobre os passos seguintes a dar depois do Protocolo de Quioto.
A cimeira de chefes de Estado e de Governo, na qual Portugal será representado pelo primeiro-ministro José Sócrates, tem início às 17h locais (16h de Lisboa), sendo antecedida pelas tradicionais mini-cimeiras das duas grandes famílias políticas do Parlamento Europeu, do PPE - que contará com a participação da presidente do PSD, Manuel Ferreira Leite -, e do Partido dos Socialistas Europeus.
Fonte: Lusa / SOL
Os chefes de Estado e de Governo da União Europeia (UE) iniciam hoje, 18 de junho, em Bruxelas, uma cimeira de dois dias que será dominada pelo processo de recondução de Durão Barroso como presidente da Comissão Europeia
O Conselho Europeu que assinala o fim da presidência checa da UE - a Suécia assumirá a liderança rotativa do bloco europeu a partir de 1 de Julho - discutirá outros temas institucionais, designadamente as garantais legais a apresentar à Irlanda com vista à realização de um novo referendo ao Tratado de Lisboa, e ainda a resposta europeia à crise financeira e o combate às alterações climáticas, entre outras questões.
As maiores expectativas estão no entanto centradas no processo de designação do futuro presidente da Comissão Europeia, para 2009-2010, com os líderes dos 27 a iniciarem, hoje ao jantar, a discussão sobre a recondução de José Manuel Durão Barroso, que na semana passada assumiu a candidatura a um segundo mandado.
O nome do antigo primeiro-ministro português parece consensual entre os líderes europeus, que no entanto continuam divididos sobre o calendário da sua eleição definitiva, e a dúvida é se Durão Barroso será já oficialmente designado, ou receberá apenas o apoio político do Conselho.
Os líderes europeus terão de decidir se Durão Barroso deve ser confirmado já em Julho pelo Parlamento Europeu - tendo para tal de avançar com uma designação vinculativa, o cenário preferido do próprio Durão Barroso, do Partido Popular Europeu (vencedor das eleições europeias) e de Estados-membros como Portugal -, ou se o processo deve esperar por Outubro, quando a Irlanda ratificar o Tratado de Lisboa.
Portugal, pela voz do ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, já reafirmou esta semana - segunda-feira, no Luxemburgo -, que se vai «bater» de modo «que uma solução definitiva seja encontrada já» nesta Cimeira, mas alguns países parecem preferir esperar pelo novo Tratado e evitar que, num colégio de comissários mais reduzido - tal como previsto no Tratado de Lisboa -, Portugal garanta desde já um posto.
Relativamente ao processo de ratificação do Tratado de Lisboa, os líderes europeus deverão concluir hoje o documento reclamado por Dublin com as «garantias» sobre a manutenção da autonomia política interna em vários domínios identificados como tendo estado na base da rejeição do documento na primeira consulta popular.
Os chefes de Estado e de Governo da UE irão também tentar chegar a acordo sobre as grandes linhas da futura arquitectura financeira europeia para evitar novas crises no sector e as suas consequências na economia, mas um pequeno grupo de Estados-membros liderados pelo Reino Unido não aceita um aumento da regulação ou o reforço da supervisão financeira ao nível europeu.
Os líderes europeus irão ainda passar em revista a posição que os 27 irão defender na Conferência de Copenhaga em Dezembro, onde se pretende que a comunidade internacional chegue a acordo sobre os passos seguintes a dar depois do Protocolo de Quioto.
A cimeira de chefes de Estado e de Governo, na qual Portugal será representado pelo primeiro-ministro José Sócrates, tem início às 17h locais (16h de Lisboa), sendo antecedida pelas tradicionais mini-cimeiras das duas grandes famílias políticas do Parlamento Europeu, do PPE - que contará com a participação da presidente do PSD, Manuel Ferreira Leite -, e do Partido dos Socialistas Europeus.
Fonte: Lusa / SOL
12 de junho de 2009
Eleições Europeias
Resultados
Veja aqui os resultados das eleiçoes europeias e a respectiva distribuição dos eurodeputados no parlamento europeu
Grupo Político Deputados Percentagem
EPP 264 35.9%
PES 161 21.9%
ALDE 80 10.9%
GREENS/EFA 53 7.2%
UEN 35 4.8%
GUE/NGL 32 4.3%
IND/DEM 18 2.4%
Others 93 12.6%
Legenda:
EPP : Grupo do Partido Popular Europeu (Democratas-Cristãos)
PES : Grupo Socialista no Parlamento Europeu
ALDE : Grupo da Aliança dos Democratas e Liberais pela Europa
UEN : Grupo União para a Europa das Nações
GREENS/ EFA : Grupo dos Verdes/Aliança Livre Europeia
GUE/ NGL : Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Nórdica Verde
IND/ DEM : Grupo Independência/Democracia
Others : Outros
Fonte: parlamento Europeu
Veja aqui os resultados das eleiçoes europeias e a respectiva distribuição dos eurodeputados no parlamento europeu
Grupo Político Deputados Percentagem
EPP 264 35.9%
PES 161 21.9%
ALDE 80 10.9%
GREENS/EFA 53 7.2%
UEN 35 4.8%
GUE/NGL 32 4.3%
IND/DEM 18 2.4%
Others 93 12.6%
Legenda:
EPP : Grupo do Partido Popular Europeu (Democratas-Cristãos)
PES : Grupo Socialista no Parlamento Europeu
ALDE : Grupo da Aliança dos Democratas e Liberais pela Europa
UEN : Grupo União para a Europa das Nações
GREENS/ EFA : Grupo dos Verdes/Aliança Livre Europeia
GUE/ NGL : Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Nórdica Verde
IND/ DEM : Grupo Independência/Democracia
Others : Outros
Fonte: parlamento Europeu
1 de junho de 2009
Subscrever:
Comentários (Atom)

